quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Tu, sempre tu

No meio de tanta gente, escolhi-te a ti. E porquê logo a ti? Não que eu não goste que sejas tu, mas parece-me que tu preferias que eu não fosse eu... E sabes? Isso dói sentir. Prefiro mil vezes a tua sensibilidade à tua parvoíce e ainda assim, tu pensas que te trato mal quando é claro que não é verdade. 

Escolhi-te a ti, no meio de tantas hipóteses, não sei bem porquê... talvez pelo teu olhar. Não faço ideia. Talvez pelo teu sorriso que mexe comigo até dizer chega? Talvez pela tua forma de falar? Pelo teu toque? Não sei. Sei apenas que isso me faz viver. Eu sou feliz a amar-te. Sou feliz a querer-te. Mesmo que não seja uma felicidade extrema porque não te sinto como a minha pessoa. Tu és. Simplesmente não és minha pessoa, compreendes? És a minha metade e é óbvio que te amo mais que tudo neste mundo...

Estou cansada de me repetir. Estou cansada de tudo estar assim. Eu preciso de ti por inteiro, não numa metade... e quando não o digo ou demonstro, é porque preciso de me proteger. Porque tu me tens nas mãos. Sou um alvo fácil quando se toca no teu nome, quando se trata da tua pessoa. É incrível como moves tudo à minha volta como bem te apetece e nem dás conta, que é o que mais me irrita... 
E para quê tanto drama quando sabes que é de ti que eu preciso? Para quê tantos "se" se tu sabes que é contigo que quero ficar o resto da vida? Se sabes que é a ti que vou amar desta maneira incontrolável, se sabes que é a pensar em ti que adormeço e acordo todas as manhãs? Porque é que não vês as coisas tão claras? 

Amar-te é a coisa mais bonita que sei fazer... mas também me mata. Também me dói. Tu também me dóis. E não é pouco. Mas não consigo que seja de outra maneira. 

1 comentário:

Maria Gomes disse...

sim o pior é mesmo esse :s